sábado, 9 de janeiro de 2016

Texto CIGARRO. O “GRANDE MAL” DA HUMANIDADE


Querido leitor.


Complicado falar sobre isso, já que muitas pessoas, apesar de todo o acesso de informações que se tem na mídia, ainda caem na tentação de fumar. Digo tentação porque admito que tenha certo charme aquele que segura um cigarro entre os dedos, enquanto lança olhares furtivos entre uma baforada e outra. 

Mas vejo charme somente até me aproximar o bastante para sentir a fumaça e o odor característico dos fumantes. Com certeza, quero distância de quem fuma.
 
E não é somente pelo cheiro e aparência amarelada nos dedos. (digna de exclamação, pois não sai com água e sabão) Entendo bem do assunto, pois tenho pais (isso mesmo, mãe e pai) que fumavam desde a adolescência.  
E, agora pasmem!
  
Ambos passaram pela mesma situação mencionada no texto abaixo escrito por mim, logo após os incidentes, com exatamente os mesmos dias de internação, de angústia e medo. E depois de sobreviverem a ela, deixaram de lado esse vício horrendo.



 CIGARRO. O “GRANDE MAL” DA HUMANIDADE

 

Você fuma? Que tens em mente? Que o cigarro é o seu melhor amigo? É ele quem encontra você todos os dias e o faz relaxar? 
É por ele que você faz dos minutos do seu dia momentos mais agradáveis? É com ele que você sai todos os dias, sempre encontrando tempo para curti-lo, senti-lo, amá-lo? 

Que amigão!!!! Entra no seu corpo diretamente no ar que você respira. Vai se alojando no seu pulmão, pouco a pouco, sem deixar espaço vazio nenhum para a pureza essencial da atmosfera. 
Vai sugando devagar a vida do seu órgão vital, deixando-o completamente inútil, sujo, impregnado de doença... 

Você vai começar a tossir com o tempo, muito.  Vai expelir muita sujeira, catarro. A respiração vai ficar um pouco difícil. Alguém vai dizer: “Vá para o médico, você não está bem!”  Provavelmente a sua resposta será: “Nunca fui ao médico, estou bem, o cigarro nunca me fez mal.” “Fumo desde os meus 15 anos, nunca tive nada”. 
Mas vai acabar indo ao médico, os sintomas não vão diminuir. 

Aos 65 anos você provavelmente tem uma saúde de ferro... “Não se preocupem, estou bem. Deve ser só uma gripe que me pegou.” 

Mas é pneumonia!!! Você vai ficar no hospital; aí vem a medicação, não faz o efeito esperado, o pulmão está muito desgastado pelo cigarro; o seu fígado, se você mantinha uma relação "um pouco" chegada com o álcool, não está dos melhores. 

A infecção se propaga e a respiração fica difícil. 
Vitaminas, mais remédios, verdadeiras experiências vão fazer com você. A febre vai atacá-lo, deixará você sem saber ao certo onde está. Confuso, vai tentar fugir do hospital, mas suas forças vão faltar. Pra piorar, a respiração vai ficar muito, muito difícil. 
Não mais conseguirá respirar... Destino: UTI. 

Vai entrar a respiração artificial, sem ela você morre. 
Um tubo vai ser introduzido no seu abdome pela boca até os pulmões e uma máquina fará os movimentos de entra e sai de ar na sua caixa torácica. 

Você vai acordar e se ver em uma cama, sem poder sair nem pra ir ao banheiro. Não entende o que está acontecendo e tenta fugir do hospital. Suas forças estão voltando, precisam amarrá-lo à cama. 
Mãos, pés, peito, dignidade, tudo amarrado à aquela cama. 

Não bastasse isso, vem a traqueostomia. Suas cordas vocais podem ser inevitavelmente destruídas pelo tubo da respiração e precisa ser feito um buraco (isso mesmo, buraco) na sua traqueia. 

Sua garganta vai servir de caminho para o tubo artificial para deixar livres suas cordas vocais. E então você vai poder falar. Só que sua voz não vai sair e ninguém vai entendê-lo. 

O tubo continua na traqueia. A medicação continua. 

Você estará comendo pela sonda que entra pelo seu nariz (não leu errado, não!) e vai até o estômago. Não vai mais sentir o gosto de nada por um bom tempo.


Seus pulmões são drenados porque a pleura está cheia de água, pus, infecção. Continua querendo fugir, desesperadamente.  

Quando você acha que não vai mais conseguir suportar, vem uma boa notícia, finalmente. A medicação reagiu, o tubo de respiração é retirado. A sonda é retirada. Você vai para o quarto e é desamarrado. Começa se recuperar.


Isso se tiver muita sorte. Muuuuuita sorte. 
Muitos morrem no meio desse caminho todo. 
Tudo por causa do cigarro...
E então numa volta inesperada à realidade, com certeza, não cabe mais o cigarro na sua vida. 



SUA VIDA, só sua; ninguém pode decidir fumar por você. SUA VIDA ou SUA MORTE. Você decide. Você, porque eu... NÃO FUMO!

Katia Gobbi (KG Kati)

E dá uma olhada no que eu encontrei na Internet sobre esse vilão!

 MITOS E VERDADES SOBRE O CIGARRO





1)    Algumas marcas de cigarro são piores do que outras? MITO: todo cigarro faz mal à saúde, não importa a marca. "Existem marcas que trazem um teor menor de nicotina, alcatrão e monóxido de carbono e são chamados cigarros lights e ultra lights. No entanto, os fumantes tendem a consumir uma quantidade maior destes cigarros (conhecido como mecanismo de compensação do fumante) para manter o nível de nicotina no cérebro estável e garantir o mesmo nível de satisfação", aponta a pneumologista Suzana Pimenta.
 
2)    Parar de fumar pode engordar? VERDADE: quando se para de fumar, o organismo sofre alterações metabólicas que podem ocasionar ganho de peso de dois a quatro quilos após largar a substância. Geralmente, quando a pessoa ganha mais peso do que isso, é porque está usando a comida como válvula de escape para lidar com fatores como ansiedade e depressão.
 
3)    Cigarro light faz menos mal? MITO: cigarros light, ultralight ou de baixo teor fazem tanto mal, ou até mais, que os tradicionais. Isso porque mesmo que cada cigarro seja menos tóxico, o fumante acaba tragando mais, ou consumindo mais cigarros, para obter a mesma quantidade de nicotina. "O cigarro light foi criado com a promessa de menores danos à saúde por conter um teor menor de nicotina e alcatrão. Entretanto, estudos do National Institute of Health, dos Estados Unidos, evidenciaram que ele não evitou o crescimento das taxas de câncer de pulmão", alerta a pneumologista.
 

4) Fumantes passivos também correm risco de desenvolver doenças? VERDADE: o fumante passivo corre tantos riscos quanto quem fuma. Reações como tosse, irritação nos olhos, dor de cabeça, coriza, agravamento de doenças respiratórias e náuseas são os primeiros sintomas sentidos por quem convive com um fumante. Em longo prazo o problema pode se tornar mais sério: os fumantes passivos têm um risco 30% maior de desenvolver câncer de pulmão e 24% maior de ter infarto do que as pessoas que não fumam e não convivem com fumantes. "Os fumantes passivos têm um risco alto de desenvolver câncer de pulmão, infarto do miocárdio e até ter alterações na gestação, entre outros problemas de saúde", aponta o pneumologista Ubiratan de Paula Santos.
 

5)    Cigarro de palha não faz mal porque é natural? MITO: o cigarro de palha é ainda mais prejudicial à saúde do que o cigarro tradicional. Isso porque o fumo é envolto em palha, que não permite a passagem de ar de dentro para a fora do cigarro, e não possui qualquer tipo de filtro, tornando as tragadas mais intensas, concentradas e nocivas.
 
6)    Cigarro eletrônico é uma boa alternativa ao cigarro? PARCIALMENTE VERDADE: o tema é bastante controverso. Os favoráveis ao cigarro eletrônico afirmam que ele imita a sensação de fumar, oferece ao fumante sua dose diária de nicotina e evita a inalação das substâncias cancerígenas e nocivas à saúde. Mas os contrários ao produto argumentam que existem, mesmo em concentrações reduzidas, traços de substâncias cancerígenas e que não há evidências científicas da eficácia do cigarro eletrônico no combate ao hábito do fumo, nem de sua segurança. "O cigarro eletrônico baseia-se na vaporização do líquido em seu interior que contém nicotina, além de uma variedade de produtos químicos tóxicos e cancerígenos, a depender do fabricante. Os estudos até o momento não confirmaram a redução da taxa do tabagismo em fumantes que utilizam o cigarro eletrônico como tratamento. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não liberara este produto para consumo", ressalta a pneumologista Suzana Pimenta
 
7)    Usar chiclete ou adesivo de nicotina pode viciar? MITO: tanto o chiclete como o adesivo, assim como o spray nasal e o inalador de nicotina, fazem parte da chamada TRN (Terapia de Reposição de Nicotina). A TRN mantém o organismo com doses controladas e cada vez menores de nicotina, reduzindo os sintomas físicos de abstinência sem expor o fumante aos efeitos nocivos dos outros componentes do tabaco. No entanto, estudos recentes questionam a eficácia desses produtos para ajudar os pacientes a largar o vício.
 
 8) O cigarro é a droga que mais vicia? VERDADE: vários estudos apontam que dentre todas as drogas conhecidas, o cigarro é a que provoca mais dependência química, além de viciar depressa: bastam poucos cigarros para se tornar dependente. E tudo isso devido à nicotina. "A nicotina é a substância que causa a dependência química do fumante, sendo considerada uma droga psicoestimulante, com efeitos semelhantes à cocaína e heroína, liberando substâncias estimulantes no cérebro que levam à sensação prazerosa e euforia. Quando a nicotina é aspirada, atinge mais rapidamente o cérebro, em torno de sete a 19 segundos, o que leva em média a 200 associações da nicotina por dia no cérebro de pessoas que fumam um maço diariamente. Nenhuma outra droga oferece tamanha estimulação neurológica", diz a pneumologista Suzana
 

9)    Charuto e cachimbo são alternativas melhores ao cigarro tradicional. MITO: muitas pessoas acreditam que correm menos riscos porque não estão tragando a fumaça quando fumam cachimbo ou charuto, mas há evidências científicas que apontam que mesmo sem a a necessidade de tragar, eles podem ser tão nocivos quanto o cigarro. "Todo consumo de tabaco faz mal, principalmente os queimados, como o cigarro, o charuto, o narguilé e o cachimbo", afirma o pneumologista Ubiratan de Paula Santos
 
10)    Narguilé é pior que cigarro? VERDADE: apesar de ter um aroma agradável, o narguilé provoca a exposição a componentes tóxicos equivalentes aos presentes em 100 cigarros - e isso em pouco mais de uma hora, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). "O narguilé é visto como uma forma inofensiva de consumo de tabaco, pois em tese, a água filtraria os componentes tóxicos. Mas ao consumi-lo, além de absorver substâncias tóxicas, a pessoa inala os produtos da combustão do carvão utilizado para queimar o fumo", diz a pneumologista Suzana Pimenta.
 
11)    Cigarro é mais nocivo do que a maconha? MITO: tanto o cigarro quanto a maconha trazem muitos prejuízos à saúde. O uso crônico do cigarro causa problemas como vários tipos de câncer (especialmente câncer de pulmão), além de sérios problemas cardiovasculares e respiratórios. Já o uso crônico da maconha pode provocar alterações em várias áreas do aparelho psíquico: memória, atenção, concentração, ânimo, capacidade de realização, noção de tempo e espaço, percepção, etc., devido a uma substância chamada THC (tetraidrocanabinol). O cigarro vicia mais rapidamente, porém os efeitos da maconha no organismo são mais duradouros. Por fim, é importante lembrar que os dois causam dependência e que o uso de maconha é ilegal no Brasil, o que também pode acarretar problemas sérios para o usuário.


 

12)    O cigarro pode ser a porta de entrada para outros vícios? VERDADE: uma série de estudos publicados nos últimos anos confirmam que o cigarro pode ser uma porta de entrada para o consumo de cocaína, heroína ou crack, entre outros compostos tóxicos. De acordo com um estudo da Universidade de Columbia (EUA), publicado na revista Science Translation Medicine no final de 2011, a nicotina interfere na regulação do DNA e acaba por aumentar a expressão de um gene chamado FosB, relacionado à propensão ao vício.
 
13)    Cigarros flavorizados não menos prejudiciais que os tradicionais? MITO: os cigarros com sabor (menta, cravo, canela, cereja, baunilha, etc.) - entre eles o popular gudang garam - são verdadeiras armadilhas. Eles não apenas causam os mesmos prejuízos à saúde que os cigarros comuns, como também são uma porta de entrada para o vício, já que muitas pessoas não gostam do sabor do cigarro comum e acabam usando esse tipo de cigarro para começar a fumar. "Os cigarros mentolados ou flavorizados causam o mesmo malefício, apesar de terem o sabor mais palatável", aponta a pneumologista Suzana Pimenta.
 
14)    Fumar um ou dois cigarros por dia não faz mal? MITO: cada cigarro contém mais de 4.500 substâncias químicas, muitas delas cancerígenas e tóxicas. E se expor a elas é sempre nocivo: fumar pouco ou apenas conviver com fumantes provoca danos à saúde. Assim, apesar de se considerarem fumantes "leves", quem fuma até quatro cigarros por dia também tem maior risco de desenvolver doenças cardíacas, vasculares, respiratórias e vários tipos de câncer - especialmente o de pulmão
 
 
15)    É possível parar de fumar por conta própria? VERDADE: é possível, mas é muito difícil. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), menos de 5% das pessoas que param de fumar por conta própria conseguem completar um ano longe do cigarro.
 


16)    Quem fumou por muitos anos ainda pode recuperar a saúde ao parar de fumar? VERDADE: mesmo quem fumou por muitos anos pode recuperar a saúde ao parar de fumar. Após uma semana, a pressão arterial e a frequência cardíaca normalizam, não há mais nicotina na circulação sanguínea, o nível de oxigênio no sangue aumenta, a sensibilidade do paladar e do olfato melhoram e a respiração torna-se mais fácil. Após um mês a circulação melhora e a congestão nasal, a fadiga e a falta de ar diminuem. Após um ano, o risco de doenças coronarianas cai pela metade. Após cinco anos, a possibilidade de desenvolver um câncer de pulmão, boca, garganta e esôfago e de ter um infarto também são reduzidas. "Uma pessoa pode ter fumado dois maços por dia dos 15 aos 35 anos de idade, mas se parar nessa idade os riscos tendem a se igualar aos de um não fumante. A cada década que se posterga em parar, sempre há redução de riscos, mas não mais igual a um não fumante", diz o pneumologista Ubiratan de Paula Santos.

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Fique com Deus e tenha um ótimo dia.
Beijos meus.
KG Kati (Katia Gobbi)

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